O presidente Luiz Inácio Lula da Silva gerou repercussão ao criticar o segmento evangélico durante um evento do Partido dos Trabalhadores (PT). Em tom irritado, ele questionou a baixa adesão desse público ao governo e afirmou que “90% deles recebem benefícios do governo”, comentário interpretado como uma cobrança política.
Segundo líderes religiosos, a declaração também expõe e humilha os evangélicos, reforçando a percepção de dependência do Estado, como se não conseguissem se sustentar sem auxílio governamental.
O episódio intensificou debates sobre ética na comunicação política e o uso de programas sociais como instrumento de influência eleitoral.

